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Incontinência vs Qualidade de vida

A incontinência é uma condição física que afeta tanto homens como mulheres. Nos homens, se não for por causas patológicas pode aparecer simplesmente pelo avançar da idade e a falta de controlo nos músculos. Existem múltiplas doenças e situações que podem condicionar o aparecimento de incontinência urinária. Entre os tipos mais frequentes podemos enumerar: bexiga hiperativa, bexiga neurogénica, prolapsos pélvicos (ex prolapso anterior ou cistocelo, também conhecido como “bexiga baixa” ou “bexiga descaída”), lesão do esfíncter urinário: ex. após prostatectomia radical, fraqueza da musculatura pélvica, por exemplo induzida pela gravidez e parto, doenças neurológicas e psiquiátricas (ex. parkison, demência, esclerose múltipla). Existem outros fatores que promovem e/ou agravam a incontinência urinária, como: a idade, cafeína e tabagismo (ser fumador), obesidade (excesso de peso); nº de gradivez e partos, menopausa No caso das mulheres, as causas mais comuns geralmente estão relacionadas com hiperatividade da bexiga e/ou com fraqueza da musculatura pélvica. É relativamente comum observar-se incontinência de esforço em mulheres que tenham sido submetidas a cirurgia pélvica (ex. histerectomia), com antecedentes de múltiplos partos, com excesso de peso ou com prolapsos genitais. A incontinência urinária de esforço na gravidez está geralmente associada ao aumento de peso que o feto exerce sobre a bexiga, comprimindo-a e levando às perdas involuntárias. Após o parto, este tipo de incontinência poder-se-á manter transitoriamente ou cronicamente. Nos homens, as causas mais frequentes de incontinência urinária são: a bexiga hiperativa e o após cirurgia à próstata. A incontinência, apesar de não ser uma condição de saúde grave, causa imensos transtornos e afeta a autoestima e confiança, de quem dela padece. Para além das questões psicológicas, acaba por afetar a qualidade de vida de quem sofre de incontinência uma vez que deixam de conseguir ou querer sair de casa devido às perdas de urina, a prática de exercício fisico é condicionada e, uma simples caminhada pode tornar-se numa tortura para os incontinentes. Se é ou conhece alguém incontinente, saiba que por vezes há solução para este problema, nós dispomos de uma equipa especializada em Genito Urinária Funcional, Estética e Regenerativa – Medicina Sexual e Incontinência, equipa mais apta a ajudá-lo/a não existe. Aposte na sua saúde e bem estar, aguardamos por si!

“Quando as potências do dinheiro assumem o controlo da saúde, é um desastre”

Seguem algumas ideias do Prof. Doutor. Manuel Pinto Coelho que o mesmo partilhou numa entrevista ao site Paginaum. “Hipócrates, pai da medicina, ensinou-nos a todos, há quase 2.500 anos, que o alimento é o nosso principal remédio, que temos dentro de nós tudo quanto precisamos. E também que, não conhecendo o alimento, fica mais difícil tratar as doenças. Aliás, todas as nossas doenças começam no intestino. Com o juramento de Hipócrates, pomos o homem nos píncaros. E, depois, não seguimos o seu conselho. O paradigma atual seguido pela classe médica é um comprimido para cada maleita. É assim que hoje se ensina Medicina: o médico espera que a pessoa fique doente para a poder ajudar. Não se trata de Saúde nos programas académicos das faculdades da Medicina; trata-se da doença. Não há cadeiras de Nutrição nas Faculdades de Medicina. Quando uma pessoa vai ao médico, não lhe passa pela cabeça sair de lá sem uma receita. Se sair do médico sem uma receita, diz que o médico o enganou, não percebendo que devia era pôr em ordem o seu estilo de vida, de forma a nunca mais lá voltar. Quando as potências do dinheiro assumem o controlo da saúde, é um desastre. E é o que está a acontecer agora. Quem gere a saúde, e tomou as rédeas da Organização Mundial da Saúde (OMS) são puros homens de negócios com conflitos de interesses e sem qualquer preparação médica. Como dizia Robert Malone, a covid-19 é uma questão de poder e de dinheiro. Claramente. Eu sinto isso, no meu dia-a-dia. Mas não irei calar-me. Não me calo. E ninguém me pode instituir um processo disciplinar por isto que eu estou a dizer. Podem gostar ou não gostar, concordar ou discordar, mas, caramba, acho que só na Coreia do Norte é que há pensamento único. Era o que faltava que num país democrático as pessoas não pudessem dizer de sua justiça, desde que o façam de maneira educada e civilizada. As pessoas deviam saber que, por exemplo, o arroz tem mais de 50 mil genes, mais genes do que nós temos no nosso corpo, e que podemos modificar a expressão dos genes com os alimentos. Não me parece que haja algo mais interessante do que o facto de podermos modificar os genes com que nascemos, através do alimento, do ar que respiramos, de um sono reparador, da quelação dos metais pesados que temos dentro de nós… A importância gigante do exercício físico, e do intestino. Temos 10 triliões de células, mas temos 100 triliões de micróbios dentro do nosso intestino, que nos pesam dois quilogramas. É a microbiota, que hoje tem a figura de órgão. Porque é que não se fala mais sobre isto? Muita da Medicina está ligada à doença, não está ligada à saúde.” Se quiser ler a entrevista na integra, segue o link: https://paginaum.pt/2022/06/21/nao-e-o-brocolo-e-a-couve-que-paga-os-cursos-de-medicina/  Prof. Doutor Manuel Pinto Coelho

Dieta sem Glúten

O que é o Glúten? O glúten é uma mistura de vária proteínas e a principal proteína de armazenamento do grãos de trigo, centeio, esperta e cevada. É devido às características das proteínas do glúten que, quando este se mistura com água, ganha uma consistência mais pegajosa, que dá elasticidade às farinhas que a contêm, como é o caso do pão. As duas principais proteínas presentes no glúten são a gliadina e a glutenina e a maioria dos efeitos adversos que podem surgir são derivados da gliadina.   Intolerância e alternativas A maioria das pessoas é tolerante ao glúten e nesses casos não existe qualquer efeito nocivo associado ao seu consumo, no entanto existem algumas excepções como é o caso da doença celíaca, sensibilidade ao glúten, alergia ao trigo, síndrome do intestino irritado e algumas outras doenças. A percentagem de pessoas com doença celíaca representa cerca de 1% da população mundial mas tem vindo a aumentar e não existe cura para quem sofre de doença celíaca ou tem intolerância ao glúten. A única solução para quem sofre deste tipo de doenças é seguir uma dieta sem glúten, em que todos os alimentos têm menos de 20 ppm desta proteína. A dieta sem glúten pode ser difícil de seguir ao início, porque é necessário confirmar sempre os rótulos de forma a garantir que não existe a sua presença no produto. No entanto, de forma a facilitar este processo a BRCGS (Brand Reputation Compliance Global Standards), criou o GFCP Global Standard (Gluten Free Certification Program). O GFPC é um programa de certificação voluntária, com o apoio de várias associações internacionais, que permite às marcas que se enquadram nos mandatários do programa serem reconhecidas como gluten free e utilizarem o  respetivo selo. O GFPC é orientado para a certificação da empresa, e não só de um produto. Esta gestão permite uma maior segurança e valor acrescido ao selo, garantindo que não existe contaminação cruzada uma vez que todos os produtos produzidos na fábrica daquela empresa não têm glúten. Este programa aplica-se ao controlo de glúten no processo de fabrico, processamento e também de embalagem de produtos.     Numa dieta isenta de glúten, a APC (Associação Portuguesa de Celíacos) sugere uma divisão dos alimentos em três categorias – os alimentos permitidos, os alimentos perigosos e os os alimentos proibidos. Os alimentos permitidos podem ser consumidos livremente por celíacos e esta categoria é constituída por hortícolas, frutas, lacticínios, carne, pescado, ovos, leguminosas, gorduras e óleos. Os alimentos proibidos são todos aqueles que contêm glúten na sua composição e que não são adequados a esta dieta. Por último, os alimentos perigosos são aqueles que são processados e têm vários produtos na sua composição, sendo então necessário analisar o rótulo de forma a garantir que não existe uma possível contaminação.

Conheca os Benefícios da Fotona

Fotona: O sistema de Laser de maior Performance   Com mais de 50 anos de experiência, a Fotona impulsiona a indústria com níveis de desempenho inovação únicos. A Fotona foi fundada em 1964, apenas 4 anos após a invenção do primeiro laser. É um principais e mais experientes developers de sistemas de laser de alta tecnologia.   Usando uma abordagem baseada na ciência e trabalhando em estreita colaboração com as melhores universidades e centros de pesquisa médica, a Fotona foi pioneira em tecnologias de pulso avançadas, como ASP (Adaptive Structured Pulse), que permitem o fornecimento de energia ideal para todas as aplicações estéticas, fornecendo resultados superiores e sem efeitos colaterais.   O primeiro sistema com dois comprimentos de onda de laser complementares.   A Fotona combina dois comprimentos de onda laser: Er: YAG e Nd: YAG. A combinação de ambos os comprimentos de onda num único tratamento faz o melhor uso das características únicas de interação laser-tecido de cada comprimento de onda, melhorando drasticamente o resultado clínico dos tratamentos.   As aplicações: Os sistemas de laser avançados da Fotona podem ser aplicados em diversas áreas da medicina: estética cirurgia ginecologia odontologia   Acompanhe os nossos casos clínicos – Facelift não invasivo Antes:   Imediatamente depois do tratamento:   Resultados após oito dias:   Uma das aplicações estéticas mais frequentes do laser  Fotona é no tratamento anti-aging facial. A sua avançada tecnologia laser permite a realização de um Facelift não invasivo, para resultados naturais e rápidos – o tratamento Fotona 4D®   Fotona 4D® = 4 Dimensões = 4 Passos 4 dimensões de rejuvenescimento para um facelift profundo. tratamento refirmante sem necessidade de preenchimentos ou toxina lifting completo, de dentro para fora rejuvenescimento imediato tez da pele melhorada Sem cirurgia, sem agulhas Fotona 4D® = 4 Dimensões = 4 Passos 4 dimensões de rejuvenescimento para um facelift profundo.

Dieta Alcalina – Envelhecer sem ficar velho

Gostava de conhecer a Dieta Alcalina? Chegar novo a velho? Prevenir doenças? Manter-se ativo e saudável sem deixar de comer alimentos saborosos? Pois bem, isso é possível e imperativo nos dias que correm até porque já se descobriu que as células do ser humano estão programadas para viverem até aos 120 anos… Quando o Prémio Nobel da Medicina de 1931, Otto Warburg, disse que não há quase nenhuma doença que sobreviva em ambiente alcalino, desencadeou um interesse pela Dieta Alcalina, o que é o mesmo que dizer que levou muitas pessoas a começar a zelar pelo equilíbrio do pH do seu corpo já que entenderam que o pH alcalino do sangue em algumas situações (stress, poluição, atividade física, mas principalmente envelhecimento) pode aumentar a produção de ácidos e colocar em risco o equilíbrio sanguíneo. Grosso modo, o que acontece é todos nascemos alcalinos e morremos ácidos. Isto significa que para nos mantermos durante o máximo tempo possível alcalinos, temos de contrariar o processo de envelhecimento. Como? Simples! Quando começamos a tornarmo-nos ácidos, por assim dizer, o nosso organismo, para combater essa acidez (pois o que é normal é a alcalinidade) vai buscar aos ossos e a outros órgãos os minerais alcalinizantes de que necessita para contrariar o excesso de acidez e regularizar o pH alcalino: cálcio, magnésio e potássio. Por exemplo, “rouba” o cálcio dos ossos, para que o mineral funcione como substância alcalina. Ora, quando isso acontece, os órgãos ressentem-se e corremos o risco de começar a contrair mais doenças, até porque a acidez é o primeiro passo para a inflamação. Daí que a comida alcalina seja uma das formas de nos sentirmos melhor, prevenirmos doenças (inclusive o cancro) e chegarmos novos a velhos.   Gostou da ideia de chegar novo a velho? Então contacte a Clínica Doutor Pinto Coelho e agende uma consulta de medicina anti-aging hoje mesmo!   Alimentos alcalinos Efetivamente a alimentação alcalina é ótima para aumentar a energia, reduzir o risco de várias doenças como osteoporose e doenças cardiovasculares e perder peso. Mas vai mais longe… esta dieta até ajuda na prevenção e tratamento do cancro!   Exemplos de alimentos alcalinos: Legumes e verduras: brócolos, espargos, pepino, couve, cebola, alho Frutas alcalinas: limão, laranja, ananás, melancia, manga, maçã, uvas, abacate Oleaginosas: Amêndoas, castanhas, avelãs Bebidas: chá verde, água alcalina, etc… Temperos: canela, sal marinho, chili, curry, mostarda, ervas, gengibre   Clique aqui para conhecer o nosso coach em nutrição integrativa!   Receitas alcalinas A Dieta Alcalina não restringe nenhum grupo de alimentos, apenas reforça a importância de consumir alimentos alcalinos, como frutas, legumes e verduras e desaconselha o consumo de comida industrializada, sal, açúcar, bebidas alcoólicas e à base de cafeína que podem prejudicam a saúde. Eis algumas das receitas alcalinas com que se pode deliciar! Alimentação alcalina | Pão de banana Corte 1 banana verde em pedaços pequenos e misture com 2 ovos e 1 dente de alho. Adicione uma pitada de sal e orégãos a gosto. Coloque a mistura num tabuleiro previamente untada e leve ao forno a 180ºC durante 30 minutos. Retire do forno, corte em fatias e, se preferir, recheie com queijo, atum, tomate e/ou alface.   Comida alcalina | Pudim de aveia e cenoura Misture 1 copo de leite desnatado com 1 cenoura na liquidificadora. Deite a mistura num recipiente à parte e adicione 6 colheres de sopa de aveia em flocos e 2 colheres de mel ou açúcar mascavo, bem como algumas passas e canela em pó a gosto. Coloque a mistura no frigorifico num recipiente coberto pelo menos durante 4 horas antes de servir.   Receita com alimentos ácidos | Sopa de abacate Aqueça o azeite e refogue cebola e alho numa panela. Junte 1 colher de chá de farinha de arroz e mexa rapidamente. Misture 4 chávenas de chá de caldo de vegetais aos poucos e deixe cozinhar durante 15 minutos, mexendo sempre. Triture tudo na liquidificadora até obter um creme liso. Tire a polpa de 2 abacates, corte em pedaços e regue com sumo de limão. Triture na liquidificadora até obter um creme e junte esse creme ao primeiro preparado. Aqueça novamente em lume brando sem deixar ferver, antes de servir.   Dieta Alcalina | Salada de quinoa com atum Cozinhe 1 chávena de quinoa seguindo as instruções da embalagem. Tempere com sal marinho e coloque no frigorífico. Lave 1 couve-roxa, corte em fatias e disponha numa saladeira juntamente com 1 cenoura descascada e cortada em palitos finos. Escorra o atum e adicione-o à salada. Junte a quinoa e misture tudo. Polvilhe com salsa picada e tempere com pimenta, vinagre e azeite a gosto.   Água alcalina A água alcalina é uma água ionizada que atua como um antioxidante natural, ajudando o organismo a eliminar os resíduos ácidos que o processo natural de digestão produz, prevenindo o desenvolvimento de muitas doenças e combatendo problemas de digestão comuns, como o refluxo ácido.   Beber água com limão Hoje em dia encontra facilmente água alcalina à venda (engarrafada, em pastilhas…) e até existem aparelhos que pode acoplar a uma torneira para obter este tipo de água. Mas, se preferir também pode prepará-la em casa. Receitas não faltam, mas a mais simples é mesmo a água com limão. Apesar de ser um alimento ácido, quando o limão entra em contato com o organismo torna-se alcalino e por isso se adicionar limão à água, simplesmente, consegue obter uma água alcalina.   Beber água do mar A água do mar tem 118 oligoelementos e por isso é uma mais-valia para o organismo. O ideal é beber água do mar diariamente diluída em água mineral. A receita não tem nada que enganar: é só misturar 5 partes de água mineral com 2 partes iguais de água do mar. Se não conseguir arranjar água do mar, pode diluir num garrafão de 5 litros de água mineral, duas colheres de sobremesa de sal marinho integral.   Água alcalina – Benefícios Como a água alcalina tem um ORP negativo (Oxidation Reduction Potencial) favorece a produção de oxigénio e ajuda a combater os radicais livres. Também regenera células e combate diferentes sinais do envelhecimento. Conheça

Dieta Paleo: regressar ao Paleolítico durante as refeições

Existem várias formas de promover uma vida saudável, mas poucas são tão abrangentes e eficazes como a Dieta Paleo que, graças a uma alimentação à base de produtos frescos, semelhante à dos nossos antepassados, e também a períodos de jejum e atividade física regular, ajuda a prevenir doenças, a envelhecer de forma ativa e até emagrecer. Vamos conhecer melhor este regime alimentar Paleolítico? Para lhe começar a falar em Dieta Paleo, é necessário explicar que, apesar da distância temporal, o nosso genoma é quase idêntico ao do caçador recoletor do período Paleolítico. É verdade, (ainda) temos um património genético perfeitamente adaptado ao meio ambiente e ao modo de vida dos nossos antepassados cuja alimentação era composta por produtos de origem vegetal e de animais selvagens, peixe e caça. E isto sem esquecer que, para comerem, os nossos antepassados acabavam por ter uma atividade física regular e intensa (entre a caça e a recolha de alimentos na natureza) e, em consequência, um estilo de vida que está a anos luz de distância daquele que os homens têm hoje em dia. Mas isso não invalida o facto de o corpo humano continuar muito bem adaptado à alimentação do Paleolítico, não obstante ainda não se ter adaptado completamente à alimentação da agricultura, que em termos evolutivos é recente. Assim, e apesar da agricultura ter alterado a alimentação e estilo de vida das pessoas, não mudou a genética. E é por isso que pode e deve preferir alimentos ricos em nutrientes e o mais naturais e com o menor processamento industrial possível. Com uma Dieta Paleo despede-se dos hidratos de carbono e das gorduras em excesso, previne os diabetes e as doenças cardiovasculares, entre outras, mantém um peso ideal e prepara-se para um envelhecimento ativo e positivo.   Se ficou interessado em envelhecer sem ficar velho, marque hoje mesmo uma consulta de medicina anti-aging para implementar um novo modelo de saúde que lhe garanta o máximo de bem-estar!   A Dieta Paleolítica começou a ser recomendada em 2011, quando o cientista norte-americano Loren Cordain, especialista em nutrição e fundador do movimento Paleo, publicou um livro (chamado precisamente “A Dieta do Paleolítico”) onde explica que a alimentação do homem moderno deve ser baseada nos hábitos alimentares adquiridos durante o período pré-agrícola. Segundo o movimento, não se trata de recriar o modo de vida e as refeições dos nossos antepassados, mas sim considerar as linhas orientadoras deste modelo e adaptá-las – consoante a realidade de cada um – na alimentação para promover a saúde, energia, bem-estar físico e emocional.   Alimentação Paleo O modelo de Dieta Paleolítica foi criado com a premissa de que as doenças mais comuns dos tempos modernos (diabetes, distúrbios metabólicos, problemas do coração, obesidade…) são a resposta do corpo humano ao excesso de hidratos de carbono, açúcar e alimentos processados comuns na dieta contemporânea. Pelo contrário, uma alimentação Paleo baseia-se em alimentos simples à base de produtos naturais não transformados. No fundo, trata-se de comer basicamente o que o homem do Paleolítico era capaz de caçar ou recolher da natureza, sem nos esquecermos que na data os solos não eram cultivados e os animais não tinham sido domesticados, dai que os cereais e lacticínios tenham de ficar de fora. Ainda assim, é importante referir uma vez mais, que estas são apenas linhas diretrizes que podem e devem ser adaptadas às necessidades de cada um.   Alimentação Paleolítica – O que deve comer Vegetais (todos) Tubérculos (batata, batata-doce, mandioca, inhame) Proteínas (carne de pasto, peixe selvagem, marisco, ovos de galinhas criadas ao ar livre…) Fruta (toda) Oleaginosas (amêndoas, cajus, nozes…) Sementes (sésamo, abóbora, girassol, linhaça e chia) Gordura (óleo de coco, óleo de macadâmia e azeite) Carne (preferencialmente de animais que não são alimentados com ração) Peixe (todos) Ovos Nozes e sementes Óleos saudáveis (azeite, óleo de coco, óleo de macadâmia) Bebidas (água)   Alimentação Paleolítica – O que não deve comer Cereais (trigo, centeio, aveia, arroz) Leguminosas (feijão, grão, lentilhas…) Laticínios (leite, iogurte, queijo, natas) Gorduras (óleo e margarinas vegetais) Hidratos de carbono (pão, arroz, massas…) Produtos processados (com adição de açúcares, sal, óleos, corantes…) Comida industrializada (frituras, açúcar refinado e óleos polinsaturados) Açúcar (doces)   Período de jejum Um dos aspetos mais polémicos da Dieta Paleo é, ao mesmo tempo, um dos seus principais benefícios: o jejum prolongado. É verdade que os nossos antepassados eram obrigados a jejuar porque não encontravam comida todos os dias, mas a Dieta Paleo defende o jejum – períodos de 16 a 24 horas sem ingerir alimentos. E a explicação é simples! O jejum é fundamental porque, não tendo o organismo a fonte primária de alimento (a comida que se ingeriu), ao fim de 10 horas vai recorrer à segunda fonte, a gordura, e assim a pessoa mantém um índice estável e saudável de glicose. Além disso, o jejum promove a leptina (a hormona da saciedade), pelo que quem faz jejum intermitente, habitua-se a comer menos e sente-se bem com isso. De ressalvar, contudo, que os períodos de abstinência dependem de pessoa para pessoa e ainda assim não devem ultrapassar as 24 horas para não causarem hipoglicemia, dificuldade de concentração e perda de massa muscular, entre outros problemas.   Trate da saúde antes da doença na Clínica Pinto Coelho. Consiga uma maior e melhor longevidade, sem recorrer a medicamentos.     Dieta Paleo – Emagrece? Sim, emagrece porque uma vez que reduz o consumo de hidratos de carbono, reduz o seu peso. Repare que os hidratos de carbono (pão, massa, arroz…) são alimentos digeridos rapidamente no estômago que apresentam elevados níveis de glicose na corrente sanguínea, e a glicose em excesso pode ser metabolizada e transformada em gordura. A alimentação Paleolítica prevê também a eliminação de alimentos industrializados com glúten ou lactose, pois o seu consumo está associado ao ganho de peso e a alguns problemas de saúde. Em contrapartida, a Paleodieta prevê o consumo de alimentos ricos em proteína para manter elevados níveis de saciedade e preservar a massa muscular. Desta forma, se as quantidades de alimentos Paleolíticos forem controladas e o plano alimentar devidamente cumprido,

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